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Owhana, a namorada do Wuant também é Youtuber!

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É jovem, divertida, gosta de cantar, tem milhares de fãs e namora com um dos maiores youtubers de Portugal, o Wuant. Owhana está a arrasar no Youtube e a acumular seguidores com a sua boa disposição, e o TAG falou com esta animada revelação.

Fala-nos do teu percurso. Como te tornaste youtuber?
O meu percurso no Youtube começou por influência do meu namorado (Wuant) que me encorajou muito para criar o meu canal. Como gostamos ambos de fazer piadas, eu já tinha aparecido nos vídeos dele, o que despertou interesse por parte dos subscritores do canal dele para ter o meu próprio “cantinho” no Youtube. Depois de pensar na ideia e conversar com os meus familiares e amigos, que também me encorajaram, criei o canal em fevereiro de 2016.

Nos teus vídeos, gostas muito de cantar mas dizes que não queres ser cantora. Tens a certeza?
Os vídeos que publico a cantar e a imitar vozes – de desenhos animados e cantoras da pop – são vídeos que me dão muito gozo a gravar e a editar, mas que se devem essencialmente ao meu desejo de fazer locuções de desenhos animados e dobragens. É um grande sonho meu, e estes vídeos permitem-me expressar esse anseio.

O que gostas mais de fazer?
Gosto muito de fazer “sketches” porque me obrigam a formular um guião e puxam pela criatividade.

O que estudas ou fazes?
Estou no 3.º ano da Faculdade de Direito da Universidade do Porto.

Fala-nos da tua amizade/namoro com o Wuant.
Conheci o Wuant em 2014 e logo de início tivemos muitos interesses e gostos em comum. A nossa amizade floresceu para uma relação amorosa de três anos, a celebrar em junho.

Como o conheceste? E como é trabalhar com ele?
O meu irmão enviou-me um vídeo do Paulo (Wuant) e eu achei-lhe muita graça. Numa das minhas redes sociais comentei o facto de o achar interessante e ele respondeu–me, o que me deixou incrédula. Trocámos algumas mensagens e combinámos um encontro, na noite de S. João, no Porto. O Paulo é provavelmente a pessoa mais trabalhadora, criativa e motivadora que alguma vez conheci. Empenha-se em tudo o que faz e tem energia para dar e vender. Ajudo-o a gravar alguns vídeos dele e ele ajuda-me a mim e é sempre uma experiência muito positiva. Ele tem sempre uma visão muito concreta do que quer para os vídeos e consegue transmiti-la para as pessoas que o ajudam e trabalham com ele.

Recentemente, associaste-te ao projeto educativo Ciberestudo. Como aconteceu?
A Fundação Vodafone apresentou-me o Ciberestudo e de imediato quis associar-me ao projeto. Sempre gostei muito de estudar, por isso fez todo o sentido para mim representar a iniciativa. Cada vez mais se discute o facto de os livros estarem a tornar-se obsoletos, pelo que o Ciberestudo permite aos estudantes fazer exercícios e praticar exames sem a obrigação de estarem colados a um livro – ou vários. É uma plataforma essencial para os estudantes.

Patrícia Naves