Quando eu era pequenin@ Matilde Reymão: De menina certinha às rebeldias da ficção

Quando eu era pequenin@ Matilde Reymão: De menina certinha às rebeldias da ficção

Foi na moda que Matilde Reymão, de 22 anos, se estreou, antes de se afirmar na representação. Atualmente, pode ser vista como a rebelde e problemática Melissa em “Para sempre”, na TVI, ou como a despojada Luísa em “Por ti”, na SIC, somando oportunidades que, em criança, nem lhe passavam pela cabeça. “Nunca imaginei que fosse possível ser atriz”, confessa.

Matilde diz que sempre foi “muito criativa”. “Gostava de fantasia e de brincar ao faz de conta”, recorda. Nessa altura, “era uma menina muito descontraída”. “Tanto era vaidosa e gostava de pôr os vestidos e sapatos da minha mãe, como gostava de jogar futebol com os rapazes. Acho que passei várias fases.”

Na memória, guarda ainda “uma infância muito feliz e, sobretudo, muito livre e divertida”. “Tenho a sorte de ter irmãos e guardo muito boas recordações de nos juntarmos todos em casa dos nossos avós e passarmos dias inteiros a brincar e a partilhar tudo.” Por ser a filha mais velha, a atriz e modelo teve que ser “o exemplo”. “Era muito certinha e não dei muitos problemas aos meus pais.”

Sem nunca planear muito, Matilde Reymão viu surgir o primeiro trabalho na moda quando tinha 15 anos. Reconhece que “foi mesmo bom sair da zona de conforto, crescer e começar a trabalhar tão cedo”. A oportunidade da representação surgiu depois, apresentando-a a um “novo amor”. Atualmente, sente que é a profissão que a preenche.

Luísa em “Por ti” é o papel mais recente e aquele com o qual mais se identifica, pelas semelhanças que partilha com a personagem: “Somos espíritos livres, sorridentes, positivas, com uma ligação à Natureza e muito descontraídas. Tenho aprendido muito com ela, com a sua leveza de espírito”. E também já vai pensando nas férias, até porque “gravar uma novela é um processo intenso”. “Preciso de descansar para me focar no futuro, quando regressar”, remata, ávida de viajar como tanto aprecia.

 

Texto: Sara Oliveira

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